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Artigos em "Lógica"

SOFISTA/SOFÍSTICA

"Apologia do Sofista" de Savater

A palavra “sofista” tem hoje um significado pejorativo. Mas não na Grécia do século V/IV a. C.. Os principais fundamentos teóricos da sofística.

Um exemplo de ENIGMA LÓGICO

Alice no País das Maravilhas

A lógica permite-nos resolver enigmas, como os colocados por algumas personagens do conto Alice no País das Maravilhas.

O exemplo dos irmãos gémeos Tweedledum e Tweedledee, com quem Alice se encontra…

RETÓRICA

Índice de textos d’O meu baú sobre Retórica.

Retórica: a técnica da persuasão

Retórica

O que é a retórica. Sua relação com as palavras, com a democracia, com as instituições.

O juiz implacável

Paradoja

Um desafio lógico: que declaração deverá um condenado escrever para escapar à sentença que o condenou à morte?

ECOS: 16. a verdade e o castigo

Quem diz a verdade merece castigo?

Paradoxo

O que é um paradoxo?

Um exemplo: “Todas as regras têm exceção”.

De que trata a Lógica?

A lógica trata da relação de consequência. O que principalmente queremos saber, nesta disciplina, é o que se segue do quê.

Analogia

Os argumentos por analogia são muito frequentes. Tanto quanto… perigosos.

Manobras de diversão

Tal como no ilusionismo, muito discurso falacioso utiliza as manobras de diversão para desviar a atenção do que se deve discutir.

Ad baculum

Haverá algo de comum entre os sermões em (algumas) igrejas católicas portuguesas, em períodos eleitorais, e o discurso de Bruxelas, a propósito das eleições gregas?

Talvez o argumentum ad baculum.

O boneco de palha da Parque Escolar

A Parque Escolar e a falácia do boneco de palha

A ambiguidade

A ambiguidade: o que é (alguns exemplos de discursos ambíguos), a sua utilização, como desfazê-la.

A vagueza

Vagueza

Pensar o quotidiano (designadamente, o discurso político) através de conceitos filosóficos: a vagueza, o paradoxo Sorites, as exigências éticas do discurso…

Altas finanças

Dinheiro Voando

É possível pagar tudo o que se deve… sem dinheiro nenhum? Zero euros pagarem… 500?

Será o sistema financeiro uma fraude? Estará o dinheiro… em lado nenhum?

O apelo à emoção nos argumentos

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Quando, em Lógica, tratamos de argumentos, parece que apelamos apenas à razão (a que os gregos chamavam “logos”) e não aos sentimentos, à emoção (a que os gregos chamavam “pathos”). Quando argumentamos, apresentamos razões (razões, sublinho) a favor de uma conclusão. A questão é saber até que ponto os sentimentos podem apoiar validamente uma conclusão que pretendemos defender.

Há um conjunto de argumentos que apelam ao “pathos” (à emoção) e não ao “logos” (à razão): poderíamos, por isso, chamar-lhes patéticos.

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