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Exame nacional de filosofia 2015 (1ª fase)

exame nacional de filosofia 2015

A primeira fase do exame nacional de filosofia 2015 realizou-se, hoje, 15 de junho. Em formato pdf, podem ser descarregados

  1. a prova, versão 1;
  2. a prova, versão 2;
  3. os critérios de classificação provisórios (a)

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9 Comentários »

  • Mário Rui Dias diz:

    Prova centrada em conteúdos programaticamente residuais em que os professores, com as horas letivas de que dispõem, não podem investir com a mesma assertividade com que o fazem nas disciplinas filosóficas nucleares. Os alunos com explicação ou com recursos para comprar os caros guias de exame ficam numa posição de vantagem. Se não fosse rapaz de boa fé e caridoso diria que este exame foi um ato hostil contra professores e alunos.

  • Isabel diz:

    Não concordo com o comentário do Mário Rui Dias sobre a prova de exame de filosofia. Achei a prova equilibrada, com conteúdos que fazem parte do programa, (não achei que tivesse conteúdos residuais). Em quase todas as escolas, ao longo do ano, os alunos têm apoio. Só não beneficia quem não quer. Quanto aos caros guias de exame que geralmente têm modelos de provas, pouco ajudam. O segredo, quanto a mim, do sucesso no exame e nas aprendizagens está na escolha dos manuais. Só dois ou três manuais (10º e 11º anos) vão ao encontro dos modelos de exame dos últimos anos.
    (Tudo o que penso pode ser polémico e discutível mas é a minha ideia..).

  • rogério diz:

    aquilo da unicef QUE SAIU NO EXAME de 2015 é um bom argumento de autoridade como consta nos critérios de correcção? NÃO me parece, acho que falta lá qualquer coisa… Se virem, por exemplo, o que está no manual do Desidério, falta lá algo… à Atenção do Gave e do JNE!!!

    • Anónimo diz:

      Para esclarecer o comentário do Rogério (para quem não “viu” o exame)… transcrevo a questão:

      “Segundo a UNICEF, devido à epidemia de ébola que, em 2014, atingiu o continente africano, 4000 crianças perderam ambos os pais e 13 000 crianças perderam um dos pais. Portanto, a epidemia de ébola causou 17 000 órfãos em África.» O argumento anterior é

      (A) uma indução a partir de uma amostra representativa.
      (B) uma indução a partir de um número insuficiente de casos.
      (C) um bom argumento de autoridade.
      (D) um mau argumento de autoridade.”

      Também não me parece que a resposta correta seja, claramente, a “oficial”: a alínea (C).

      O argumento, sendo de autoridade, não respeita um dos critérios de um bom argumento de autoridade, a saber (e citando o referido manual): “É preciso especificar em que livro ou outro texto tal autoridade disse tal coisa”. E isso não acontece na questão do exame.

      Acresce que se trata de uma questão de escolha múltipla. Portanto, as alíneas “erradas” têm que ser inequivocamente erradas (porque o aluno não pode justificar a sua resposta). O que não é o caso. Ou seja, esta é uma má questão.

      • rogério diz:

        Obrigado, caro(a) Anónimo(a), bem me parecia, mas assim fica mais respaldada a minha opinião.E subscrevo que a questão, como bem fez notar, é fechada, não permitindo qualquer «defesa» dos alunos respondentes que, portanto, vão ser injustamente penalizados por uma opção mal construída pelo Gave. E isto é grave. Ou manhoso. Ou hostil, como referiu supra o Mário Rui Dias.

        • Maria diz:

          Eu realizei o exame de filosofia deste ano e respondi acertadamente a esta questão, mas com algumas dúvidas.
          Eu pensei que fosse um bom argumento de autoridade porque era feito por uma instituição fidedigna e porque as contas que prestavam pareciam bater certo. De qualquer forma, espero que agora não mudem tudo e que penalizem quem suportamente respondeu certo!

          • A. Gomes diz:

            Maria, obrigado pelo seu comentário!

            Estou plenamente de acordo consigo. O problema não está na sua resposta (em todos os examinandos que responderam assim) ou em quem considerou o exemplo um mau argumento de autoridade. Penso que o problema está na questão e, por isso, devem ser consideradas como corretas as respostas que assinalaram uma das alíneas referidas (C ou D).

  • Maria diz:

    Alguém aqui fez a 2a fase do exame de filosofia?
    Eu já tinha feito a 1a (tal como comentei em cima) e achei as escolhas múltiplas bem mais fáceis, de tal modo que até tive todas certas!
    Mas agora na segunda correram me muito pior e estive a ver e errei 7 em 10!!!
    Fui só eu que achei este exame bem mais difícil??
    é que no outro, para grande surpresa minha consegui tirar 16 e neste, com os critério atuais, devo tirar 8!!

    • Suzete Brito diz:

      De facto, achei a escolha múltipla deste exame muito mais difícil. Existem muitas questões em que as opções não são inequívocas tal como aqui já foi referido, em relação ao exame da 1ª fase… Mas, enquanto na 1ª fase isso acontecia em muito poucas questões, neste exame, isso acontece nas primeiras questões 4 questões o que é inadmissível tratando-se de uma prova nacional.

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