Como descarregar vídeos do Youtube, usando a linha de comandos, em Linux.
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O 25 de Abril foi uma revolução? Ou uma “revolução imperfeita”? Ou um “movimento brusco”? Ou “uma era”?
Relevantes são as ruturas ou a continuidade?
À distância, olhando as transformações entretanto operadas na sociedade portuguesa, pode ainda falar-se em revolução?
As preferências (musicais, literárias,…) de Martim de Gouveia e Sousa, “professor, ensaísta, leitor, investigador, editor ocasional, bloguista, bibliófilo (ou bibliómano?), não-conferencista, avesso a apresentações e investiduras, releitor e escutador…”.
As 2 versões do teste, os critérios oficiais de classificação e algumas críticas.
Diz Fernando Pessoa: “Pensar incomoda como andar à chuva / Quando o vento cresce e parece que chove mais”. Incomoda… quem?
A propósito de um poema de Alberto Caeiro. De O guardador de rebanhos.
As novas tecnologias conseguiram ampliar a visibilidade ou transparência social mais do que nunca — mas a transparência tornou-nos melhores? Por outras palavras, serão as novas tecnologias uma forma de tirania ou uma libertação da tirania? Fortalecer-se-á com elas a democracia?
Neste texto, a opinião de Peter Singer, segundo o qual o mundo antes da existência do Facebook e da WikiLeaks era sem dúvida mais seguro para a nossa privacidade, mas é difícil garantir que fosse um mundo melhor.
Grupo de jovens intelectuais portugueses que, primeiro em Coimbra e depois em Lisboa, manifestaram um descontentamento com o estado da cultura e das instituições nacionais.
As preferências (musicais, filosóficas,…) de André Barata, Professor da Universidade da Beira Interior; fez toda a sua formação, em filosofia, pela Faculdade de Letras de Lisboa, onde se doutorou em 2004.
As preferências (musicais, filosóficas,…) de Pedro Galvão.
Nasceu em Alenquer, passados quase quarenta anos continua a viver em Alenquer, presumivelmente há-de morrer em Alenquer. Tem feito todo o seu percurso académico na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e não vê razões para sair de lá. Dedica-se à filosofia como professor e investigador. Interessa-se por problemas filosóficos tradicionais, especialmente nas áreas da ética e da metafísica. Cultiva a clareza e tem aversão ao pedantismo. Diz que está a acabar um romance de fantasia, mas na verdade ainda lhe falta escrever cerca de um terço da história. Nunca tirou a carta. Nunca voltará a entrar num museu de arte contemporânea.
A 9ª sinfonia de Bruckner é uma obra inacabada, que possui uma insólita majestade. Dedicada “ao bom Deus” (a obra de Bruckner é profundamente religiosa), é como que um canto à glória divina, já que, embora Bruckner se considerasse um autor de música pura, concebeu sempre o seu trabalho orquestral como uma autêntica forma de manifestar a sua fé.
Proponho a audição do segundo andamento, o scherzo mais terrífico e desesperado de toda a música sinfónica.
De Teresa Rita Lopes, (os últimos) três poemas de uma série inédita de dez, que publicámos.
No 139º aniversário de Rachmaninoff, audição do seu popularíssimo Concerto para piano nº 2.
Como passar seletivamente as cores de uma imagem a tons de cinza. Como desfocar o fundo, reduzindo a profundidade de campo.
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