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QUENTAL, Antero de

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Antero de Quental nasceu, em Ponta Delgada, em 18 de abril de 1842 e morreu a 11 de setembro de 1891.

Poeta-filósofo português, uma das figuras centrais da Geração de 70. Evoluiu dum panteísmo romântico para um pessimismo (sob influência de Schopenhauer e von Hartmann) e uma ascese de cariz budista. Reagiu contra o naturalismo vigente, opondo-lhe uma espécie de pampsiquismo como resposta à aspiração do mundo à santidade.

Tendo adoecido, em 1874, de psicose maníaco-depressiva, acabaria por se suicidar.

Pela profundidade do pensamento e pela beleza formal dos seus poemas, em especial dos sonetos, a sua obra poética é uma das mais válidas de toda a poesia portuguesa.


[homenagem da Google no seu 170º aniversário]

||| Transcrevemos o seu poema Na mão de Deus, inserido num conjunto intitulado As mãos de Deus (com outros dois poemas, de Unamuno e Manuel Alegre).

||| Se ainda não o fez, veja ainda os textos (com hiperligações, acima) Panteísmo (as suas Odes Modernas incluem um conjunto de poemas com o título geral de Panteísmo) e Geração de 70 (Antero é uma figura de proa do movimento).

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